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Projeto Música Para Todos

O Projeto Música Para Todos ao longo de seus 16 anos tem contribuído de modo efetivo na formação de milhares de crianças, jovens e adultos. São pessoas das mais variadas classes sociais, faixas etárias, tanto da capital como do interior do Estado, atendidas pelo projeto desenvolvido pelo Instituto Cultural Santa Rita, em Teresina (PI).

Todo esse investimento no potencial e na sensibilidade humana tem gerado excelentes resultados. Basta observar os alunos se destacando no meio acadêmico ou tornando-se monitores e instrutores do próprio projeto de onde receberam formação. Esta é a maior prestação de contas de todo o trabalho desenvolvido pela a instituição.

Os eventos gratuitos oferecidos pelo Projeto como a Churrascada Musical, os Recitais realizados semanalmente e os passeios com alunos, dentre outras atividades desenvolvidas na sede do Música para Todos são de fundamental importância para a transformação da realidade social de mais de 3 mil crianças, adolescentes e adultos que descobrem no projeto a magia e os benefícios da música.

O projeto de criação de grupos musicais desenvolvidos pela instituição como: Pop Para Todos, Cristhus Para Todos, Patrásde Para Todos, Bossa Para Todos, Gonzaga’s Para Todos e muitos outros; além dos grupos de flauta desenvolvidos nas Escolas Públicas dos bairros de Teresina como: Cidade Leste Para Todos, Renascença Para Todos, Cordão Para Todos, Poty Para Todos, Piçarreira Para Todos dentre outros, agregam alunos que se destacam em seu aprendizado e, a partir de então passam a desenvolver a prática de conjunto que os ajudarão em sua futura vida profissional.

O Música para Todos promove ainda a união entre artistas de dentro e fora do projeto. No palco da Sala Agostinho Pinto, dezenas de artistas piauienses já se apresentaram, sobretudo nos Recitais realizados toda semana. Esta é mais uma oportunidade de troca de experiências, em que o aluno pode observar na prática todos os ensinamentos conquistados em sala de aula.

Toda a estrutura da sede da instituição é focada para melhor formar o aluno. São salas climatizadas e acusticamente adaptadas, laboratórios de prática musical e instrumentos de ponta, cedidos aos alunos para atividades dentro da instituição e apresentações culturais.

Os alunos atendidos pelo Música para Todos assumem um protagonismo na sociedade, através da presença em grupos de jovens, associações, igrejas, e colaborando, sempre que chamados, para apresentações culturais e eventos do projeto.

Mais que uma escola de Música, o Projeto Música Para Todos é uma oficina do saber, onde se busca construir um ser humano mais responsável com o futuro de todos os espaços que ocupam na sociedade. São diversos valores positivos disseminados, como compreensão, tolerância e igualdade, através do convívio benéfico e do aprendizado da música.

Saiba mais visitando o site do Instituto Santa Rita em http://www.icsrita.org.br/.


Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura

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Um professor de música criou um projeto que transformou as vidas de 20 crianças que vivem no aterro sanitário de Cateura, no Paraguai. Com os materiais encontrados no lixão, elas construíram seus próprios instrumentos e montaram uma orquestra.

Nas mãos dos moradores do aterro sanitário de Cateura, no Paraguai, um latão se transforma em um violão. As crianças batucam em tambores elaborados com diagnósticos de raios-X e tocam violinos produzidos a partir dos restos de uma mesa achada no lixão. Para afinar as cordas dos instrumentos, são utilizados garfos encontrados no aterro.

A Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura surgiu há cinco anos, quando o músico e professor Flavio Chávez inaugurou uma pequena escola de música para que os jovens do aterro sanitário tivessem mais oportunidades de acesso à cultura.

“A orquestra deu um novo sentido à minha vida, porque, em Cateura, infelizmente, muitos jovens não têm a oportunidade de estudar, já que têm de trabalhar, ou são viciados em álcool e drogas”, diz Ada Rios, violoncelista de 14 anos.

Sem dinheiro para comprar os instrumentos, Chávez pediu aos catadores mais velhos que construíssem os equipamentos, utilizando apenas materiais reciclados.

A partir daí, foram criados os saxofones com tampas de garrafa, uma flauta feita com latas de refrigerante e um contrabaixo montado a partir de um barril amarelo, que caíram no gosto dos alunos, hoje integrantes da orquestra infantil.

Segundo os integrantes do projeto, os instrumentos de material reciclado têm a mesma qualidade daqueles que são vendidos nas lojas. Neles, os jovens entoam um repertório longo, que conta com canções da música erudita – como Beethoven e Mozart – até clássicos da música popular – como hits dos Beatles e de Frank Sinatra – que já foram apresentados na Colômbia, no Panamá e aqui no Brasil. “Graças à orquestra, estivemos no Rio de Janeiro. Tomamos banho no mar, nas praias de Ipanema e de Copacabana.

Nunca pensei que os meus sonhos se tornariam realidade”, diz Tania Vera, de 15 anos, violoncelista que vive numa barraca de madeira, nas proximidades de um rio contaminado.

Embora o reaproveitamento do lixo seja uma alternativa de desenvolvimento sustentável, o real propósito do professor é melhorar as condições de vida das famílias que vivem no lixão paraguaio.

“A minha vontade é proporcionar a estas crianças e às suas famílias uma maneira de saírem do aterro. Para isso, vamos angariar algum dinheiro, não muito, mas o suficiente para ajudar as famílias de Cateura”, explica Chávez.

A história da Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura rendeu um documentário, e, no ano que vem, os instrumentos de lixo ganharão uma exposição no Museu de Instrumentos Musicais em Phoenix, nos EUA.

Enquanto se preparam para um possível concerto nos Estados Unidos, os pequenos músicos fazem apresentações em Assunção, capital do Paraguai. Com informações do El Tribuno.

Para saber mais sobre a Orquestra de Instrumentos Reciclados de Cateura, visite  www.orquestarecicladoscateura.org

Fonte: CicloVivo

Conservatório Brasileiro de Música – Centro Universitário

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O Conservatório Brasileiro de Música  – Centro Universitário constitui-se num centro de criação, reflexão, educação e difusão da música. A Educação Musical, no seu sentido amplo, isto é, de formação de professores, executantes, compositores, regentes e de plateias, é definida historicamente como a principal vocação do CBM. Desde a década de 70, a instituição ampliou a sua missão incorporando a formação de musicoterapeutas, estabelecendo, assim, uma nova interface entre música e saúde.

A Instituição, nos seus 75 anos de existência, vem tentado cumprir na sua trajetória o ideal dos seus fundadores, todos os professores formados pela Escola Nacional de Música, hoje UFRJ, e detentores do prêmio de “Medalha de Ouro”, liderados pelo compositor Oscar Lorenzo Fernândez: o de criar “uma Escola Livre de Música”. Uma “Escola” em que as diferentes tendências musicais pudessem conviver com suas “perfeições”, “dissonâncias” e “rupturas”, onde a tradição e a inovação provocassem inquietações, dúvidas, ousadias, erros e acertos que apontassem caminhos na luta pela presença e importância da música na vida do ser humano.

Desse modo, desde sua fundação o CBM-CEU vem mantendo seu pioneirismo e compromisso no cuidado com a música para crianças e na formação profissional de jovens e adultos.

Há mais de 40 anos, o CBM desenvolve um projeto de escolas em convênio, em diferentes cidades.

A orientação de programas, avaliação e suporte pedagógico tem sido a base da relação entre o CBM e essas escolas. Hoje fazem parte desse elenco, 18 escolas com um total de 905 alunos.

Para as crianças, o Conservatório Brasileiro de Música – Centro Universitário oferece três oficinas que são divididas de acordo com a faixa etária: a Oficina Brincar de música, a Oficina de Música para Crianças e a Oficina de Música para Jovens.

Para saber mais, visite o site da Instituição em http://www.cbm-musica.org.br.